Um grupo de funerárias na África do Sul processará o pastor Alph Lukau, que garante ter “ressuscitado” uma suposta vítima de infarto fulminante. As empresas alegam que o episódio de charlatanismo causou danos à imagem, pois tiveram seus serviços de translado e velório contratados para o evento público em que um homem levantou-se do caixão, sob as ordens do religioso.