Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de janeiro de 2026
A reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi solicitada pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem a Venezuela
Foto: ReproduçãoA ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, afirmou na tarde deste sábado (3), que o Brasil vai participar para participar da reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas para discutir sobre a operação dos Estados Unidos na Venezuela, que deve acontecer nesta segunda-feira (5) pela manhã.
A reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi solicitado pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem nesta madrugada diversos pontos de Caracas e capturarem Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Atualmente, além dos membros permanentes China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, a Colômbia é a representante da América do Sul. De acordo com as regras da ONU, países não membros podem participar de reuniões do Conselho, mas sem direito a voto. No mês de janeiro, a presidência do Conselho está com a Somália.
Rocha ainda afirmou que deve acontecer uma reunião da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) a nível ministerial, durante a tarde de domingo (4).
O pronunciamento do governo brasileiro aconteceu após reunião ministerial que contou com a participação do Ministro da Defesa, o Ministro-Chefe da Casa Civil, o Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a embaixadora do Brasil em Caracas, além de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministro das Relações Exteriores.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou a ação militar de inaceitável e disse que ela abre um “precedente perigoso” para a América Latina. Pela manhã, os ministros fizeram uma primeira reunião emergencial e confirmaram que não há brasileiros entre possíveis vítimas dos ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela, durante a madrugada.
Além disso, ao menos 100 brasileiros que estavam em viagem de turismo no país conseguiram sair ao longo dia sem qualquer dificuldade. “A situação na fronteira nunca esteve tão tranquila”, afirmou o ministro Múcio.
Fronteira
O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que neste momento não há qualquer movimentação anormal na fronteira, mas que o governo segue acompanhando a situação. A passagem, no entanto, foi fechada nesta manhã pelo governo venezuelano. Do lado brasileiro, o espaço segue aberto e as atividades estão regulares, segundo Múcio.
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” DANÇA GATINHO!” ” IMAGINE” VAI DANÇAR NA ROLA AMERICANA E TEU MACHO CACHACEIRO VAI DANÇAR EM GUANTÂNAMO NÃO VAI DEMORAR MUITO.
Onde tá o ” pintou um clima?” quem vai dar o cu agora? o molusco caiu na armadilha americana, tá cagando de medomas seria mais fácil pegar esse idiota quadrilheiro, é só jogar uma garrafa de cachaçacom uma corda e puxar, ele vem como peixe e o bando de pau no cu como você vai junto, um míssil bem grande enfiado no seu rabo.
ESTADISTA LULA PELA PAZ.
Puxa, que noticia importante … as Vandecas vão gritar de alegria, “meu estadistaaaaa” vai na ONU falar M – E – R – D – A
Brasil tem munição para seis horas e um bando de tanques saindo fumaça, seria um massacre.
Os aposentados e pensionistas do inss querem que a ONu , pergunte ao Lula quantos ladrões foram presos e dar explicações sobre a família Silva .
estadista maduro kkkkkkk