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Governo fará plano B se o Congresso não aprovar a CPMF

Presidenta Dilma pediu à sua equipe econômica um plano B, caso Congresso não aprove propostas do governo. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Diante do agravamento da crise política, o governo Dilma Rousseff prepara um pacote de medidas para mostrar que, mesmo sem a colaboração do Congresso Nacional, cumprirá em 2016 a meta de economizar o equivalente a 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto) para pagar juros da dívida pública.

As ações incluem o aumento da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e de outros impostos chamados reguladores, como IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Também integra a estratégia governamental a decisão de deixar para o próximo ano a receita de 11 bilhões de reais obtida com o leilão das usinas hidrelétricas. As medidas servirão como um “plano B” caso o Congresso não aprove nenhuma das propostas apresentadas para garantir mais dinheiro no caixa no próximo ano, como a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a repatriação de dinheiro de brasileiros no exterior.

Tais providências foram encomendadas pela presidenta Dilma à sua equipe econômica e, inicialmente, está planejado para ser divulgado em janeiro depois de uma avaliação sobre o que foi de fato aprovado no Congresso. (Folhapress)

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