O governo federal zerou os recursos para o programa de descontos da Farmácia Popular a partir de janeiro do ano que vem. Com isso, vários remédios importantes que estão no programa devem ter aumento de preço. São remédios para tratamento de várias condições e doenças, entre elas colesterol, Parkinson e osteoporose.
Em nota, o Ministério da Saúde diz que a proposta de orçamento para o ano que vem prevê um corte de R$ 578 milhões no programa, o que terá como impacto direto o fim dos descontos em medicamentos, o que deve sobrecarregar as redes municipais e estaduais de saúde. O Ministério afirma que está trabalhando para tentar reverter essa situação e encontrar novas fontes para financiar o programa.
O governo ressalta que uma parte importante do Farmácia Popular não foi atingida pelos cortes. Está mantida para o ano que vem a gratuidade para vários remédios que tratam hipertensão, diabetes e asma.
