Em carta, o presidenciável Fernando Haddad se apresentou como cristão, neto de um líder religioso no Líbano e casado há 30 anos com a mesma mulher, Ana Estela. Também disse que o Poder Executivo não deve tratar de temas sensíveis como o casamento gay, a legalização das drogas e do aborto, que devem ficar a cargo do Congresso Nacional.