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Homem é condenado após manter a filha como escrava sexual por 18 anos

4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de 10 anos, nove meses e 18 dias de prisão em regime inicial fechado ao “genitor algoz”. (Foto: Reprodução)

Um homem que era acusado de manter a filha como escrava sexual por 18 anos em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi condenado pelo crime. A Quarta Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de 10 anos, nove meses e 18 dias de prisão em regime inicial fechado. O homem teve três filhos-netos com a sua própria filha.

Os abusos começaram em 1991, quando a vítima tinha apenas 16 anos de idade, e continuaram até 2008. Os ataques só foram interrompidos após a filha do acusado ter denunciado o homem ao Conselho Tutelar após ela descobrir que ele também havia violentado uma das filhas dos dois.

Exames de DNA confirmaram a paternidade das três crianças que o pai teve com sua filha. Em sua defesa, o acusado chegou a afirmar que as relações  foram consensuais. (AG)

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