Alguns dos 37 homens que foram executados pelo governo da Arábia Saudita pela sentença de pena de morte tinham pedido clemência à Justiça. Eles disseram que foram obrigados por torturadores a assinar as confissões de crimes que não cometeram. Em documentos, os condenados dizem que as confissões que assinaram foram escritas pelas mesmas pessoas que os torturaram, e disseram ter provas.