Desde a Copa do Mundo de 2014, 12 hotéis fecharam as portas em Porto Alegre, devido à falta de clientela, formada em grande parte por quem viaja a negócios ou para eventos. De acordo com dados do Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA), ao longo de 2014, a melhor taxa média de ocupação na cidade foi de 62% em junho daquele ano, quando a cidade sediou jogos da competição de futebol. Agora, esse percentual cai para 47%.
E para que esses números não atinjam outros hotéis da capital gaúcha, muitos estão procurando alternativas para escapar da crise. O Radisson Hotel é um exemplo que investe em clientes corporativos e com serviços diferenciados. Segundo a Gerente, Katia Soares, o Radisson é um hotel de categoria luxo e de bandeira internacional, administrado nacionalmente pela rede Atlântica que administra, aproximadamente, 90 hotéis no Brasil.
Além da categoria Business, o hotel realiza parcerias com diversas produtoras, hospedando também artistas nacionais e internacionais, principalmente bandas, além de times de futebol durante campeonatos, como, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores da América.
Em termos de apartamentos, o maior diferencial do Radisson Hotel é a Suíte Royal, com 92 m. Na categoria Business Class, além do conforto da cama king size, o cliente que opta pelo serviço recebe o café da manhã no apartamento como cortesia e, ainda, pode usufruir do aplicativo Press Reader, que permite a leitura de diversos jornais do mundo. “Nosso perfil de hóspedes é variado, a grande maioria durante semana é de público de negócios, hospedamos profissionais de grandes empresas nacionais e internacionais, já nos finais de semana nosso público é de casais e famílias”, relata a gerente.
O Radisson Hotel está localizado em uma área nobre da capital, no bairro Bela Vista, próximo à Avenida Carlos Gomes, centro de negócios da cidade. Além disso, o hotel está rodeado de parques, shopping Center, teatros, museus, hospitais, clubes, bares e restaurantes.
