A primeira instituição conscienciocêntrica (IC) fundada para divulgar a Conscienciologia e a Projeciologia completou, neste início de ano, três décadas. Desde janeiro de 1988, o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) atendeu 238,1 mil pessoas e se mantém como a principal porta de acesso aos interessados nos conhecimentos das duas ciências.
Com 820 voluntários, sendo que destes mais de 520 são professores, o instituto é formado, atualmente, por 20 centros educacionais estruturados com base física, espalhados pelo País, além de núcleos de atendimento em outros 50 municípios. O IIPC mantém, ainda, um campus em ambiente de exuberante beleza e energia imanente em Saquarema, no Rio de Janeiro. Lá, estão instalados 6 laboratórios individuais e o Pacificarium, o laboratório grupal da paz inaugurado em outubro passado. O campus possui ainda o Gesconarium, ambiente projetado para otimizar a escrita, ou a gestação consciencial.
A programação comemorativa do trintênio teve apresentação de cinco verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia relacionados ao tema Projeciologia. Entre eles, o verbete ‘IIPC’ trazendo o histórico da instituição, apresentado pelo seu coordenador Felix Wong na data do aniversário, 16 de janeiro. Nesse dia, os presentes puderam confraternizar no Tertuliarium e deixaram seus registros digitais como assinatura em um mural em forma de árvore. Da programação de aniversário, também constou dinâmica parapsíquica, palestra gratuita, conferência online, círculo mentalsomático e tertúlia matinal, todos alusivos ao tema projeção.
À frente da instituição desde novembro do ano passado, o engenheiro eletricista Felix Wong, ex-coordenador do Centro Educacional IIPC Rio de Janeiro e Epicon desde 2008, epicentrou a construção do Pacificarium, projeto que levou 10 anos para ser concluído.
Ingresso no voluntariado na década de 1990, o coordenador do IIPC acompanhou o desenvolvimento da instituição e as mudanças no perfil dos intermissivistas que chegavam. “Foi um movimento fantástico do grupo inicial, a maioria oriunda da religião. Antigamente, era comum que os recém-chegados fizessem referência ao extrafísico como Deus. Hoje, a visão é outra, eles chegam muito mais preparados”, conta Wong.
A condução da nave mãe (1673)
Como desafio de conduzir o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, instituição que chama de ‘nave mãe’, Felix Wong diz que o trabalho se abriga debaixo de um grande guarda-chuva formado pela parapedagogia e pelo voluntariado, que classifica como o grande patrimônio da instituição. “O desafio é fazer as pessoas crescerem e serem atratoras de intermissivistas. Na era da internet, nós temos que criar novas formas de acessar as pessoas, embora o esclarecimento presencial continue atualíssimo”, define.
Como meta, elenca a uniformização de procedimentos nos centros educacionais. “Há que se criar uma cultura de empresa, com adoção das melhores práticas aliadas à valorização dos intermissivistas. Se fizermos isso, o resultado em termos de expansão virá naturalmente”.
Em sua primeira apresentação pública enquanto coordenador, durante o Congraçamento realizado ano passado no Tertuliarium, Wong pôde sentir a responsabilidade e a satisfação de estar à frente dessa instituição balzaquiana. Ao pedir a identificação de todos os voluntários com atuação no Instituto, viu a quase totalidade do auditório lotado com mãos levantadas. Ao final, ao receber o reconhecimento da União das Instituições Conscienciocêntricas Internacionais (Unicin) pelo aniversário, o IIPC foi ovacionado pelos presentes.
E para os próximos 30 anos? “Esperamos ter uma comunidade bem expandida e mais cognópolis, porque precisamos de centros repositórios de informações para que possamos acessá-las em outras vidas e facilitar o acesso aos intermissivistas”, deseja o coordenador. “Mas tudo depende… não sabemos qual o plano dos amparadores. Eu só gostaria de pedir que cada voluntário faça a sua parte”, completa.
