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Instituto entra com pedido no Supremo para cassar acordo de delação da JBS

Joesley também narrou contribuição financeira a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em troca do silêncio do ex-presidente da Câmara. (Foto: Folhapress)

O IBRADD (Instituto Brasileiro de Direito de Defesa) protocolou nesta segunda-feira (22) no STF (Supremo Tribunal Federal) um mandado de segurança que pede o cancelamento da homologação do acordo de delação premiada do grupo J&F, que inclui a empresa JBS.

A entidade considera que o acordo foi “light e extremamente favorável” aos executivos e que a homologação deveria ter sido feita pelo plenário do STF, e não apenas por decisão do ministro Edson Fachin.

O IDDD lembra que a JBS teve faturamento de R$ 170 bilhões em 2016 e considera “insignificante” a multa proposta aos colaboradores, de cerca de R$ 250 milhões, e ao grupo de empresas, de R$ 11 bilhões. Os valores ainda estão sendo negociados.

O mandado pede que a homologação seja cassada para que os colaboradores possam voltar a ser alvo das ações penais que estavam em curso, incluídos em novas denúncias criminais e presos de forma preventiva. (Folhapress)

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