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Investigado, Lula perde o apoio entre intelectuais de esquerda

O ex-presidente Lula (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sofrido uma nova leva de desencanto entre intelectuais e jornalistas da esquerda com as acusações de delatores da Odebrecht, como a de que a empreiteira destinou a ele um saldo de 40 milhões de reais em propinas.

Há quem mantenha os comentários em grupos reservados, admitindo que a defesa do líder petista arrefeceu, mas considerando que ele ainda tem um caminho a percorrer.

Não falta, porém, quem manifeste publicamente a sua frustração. O linguista norte-americano Noam Chomsky também teria feito críticas à esquerda brasileira. “É simplesmente doloroso ver que o Partido dos Trabalhadores, que implantou medidas significativas, simplesmente não possa manter as mãos fora da caixa registradora”, criticou.

Já o site “The Intercept Brasil”, do jornalista Glenn Greenwald, também dos Estados Unidos, escreveu um artigo intitulado de “O Amigo de 35 Milhões”. O texto diz que as acusações são graves “a ponto de, eventualmente, impedir a candidatura de Lula à Presidência em 2018, caso seja condenado pelo juiz federal Sérgio Moro e tenha a sentença confirmada em segunda instância”.

 

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