O iPhone 6S vai custar a partir de 3.999 reais no Brasil. Esse é o preço cobrado pelo smartphone da Apple em dois grandes varejistas on-line. As lojas já liberaram o acesso à página para quem quer encomendar o novo iPhone, que chega ao País na sexta-feira.
Até lá, também é de se esperar que algumas operadoras de telefonia celular anunciem os valores para os assinantes que decidirem comprar em algum plano pós-pago, com contrato de fidelidade.
O iPhone 6S tem o mesmo visual do iPhone 6, como já é de praxe nos modelos que estampam um numeral seguido da letra “S”. Na ficha técnica apareceu uma novidade: o 3D Touch, sensor de pressão na tela que aciona atalhos especiais. Apesar de a Apple ser lembrada por causa do recurso, ele foi anunciado, alguns dias antes, pela Huawei no telefone Mate S, com a tecnologia chamada Force Touch.
Duas mudanças significativas podem ser notadas entre as especificações do iPhone 6S, bem como do iPhone 6S Plus: a câmera principal passou de 8MP para 12MP (aumento de 50% na capacidade de capturar fotos); sem falar no Live Photos. Já a memória RAM do novo iPhone passou de 1GB para 2GB. Um pedido antigo dos consumidores que finalmente foi ouvido pela Apple, para elevar o desempenho do dispositivo.
Quem quiser comprar o iPhone 6S no Brasil, portanto, vai encontrar os mesmos atributos do modelo vendido no exterior. Os preços do iPhone no restante do mundo podem variar bastante, assim como no País.
O iPhone 6S foi concebido com quatro combinações de cores: prateado, cinza espacial, dourado e ouro rosa (ou ouro rosé). Não há modelo com 32GB de memória – ele pula de 16GB (muito pouco, em especial para quem está pensando em fazer vídeos em 4K) para 64GB (o ideal para a maioria das pessoas).
Preço mais em conta que o Xperia Z5.
Apesar do preço elevado, o iPhone tem preço mais em conta que o do Xperia Z5: o smartphone da Sony vai custar 4.299 reais. Ele roda Android e oferece 32GB de espaço interno. O processador é um Snapdragon 810, com direito a dutos de cobre preenchidos com pasta termal, para evitar os problemas de superaquecimento no chip fabricado pela Qualcomm. (AG)
