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Jair Bolsonaro apresentou uma “boa evolução do quadro pulmonar e digestivo”

Médicos avaliam se condição no manguito rotador foi causada após queda em janeiro. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma “boa evolução do quadro pulmonar e digestivo”, informou o médico do ex-chefe do Executivo ao Supremo Tribunal Federal na última sexta-feira (17). Segundo o cardiologista Brasil Ramos Caiado, Bolsonaro tem relatado melhora das queixas de cansaço, refluxo e dispneia (dificuldade de respirar), inclusive com maior disposição física para as atividades de rotina.

Crises de soluço

O médico relatou que foram ajustadas as doses do remédio para as crises de soluço uma vez que os medicamentos tem implicado em perda de equilíbrio. Segundo Caiado, a resposta da mudança é “satisfatória, até o momento”. O relatório médico indica ainda que Bolsonaro tem mantido um dieta “rigorosa, com baixo teor de acidez, hipossódica e hipogordurosa”. Também tem passado por reabilitação cardiorrespiratória seis vezes por semana e fisioterapia.

Prisão domiciliar

As informações constam de relatório que a defesa de Bolsonaro encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes em cumprimento às regras da prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo. Ainda de acordo com o documento, o exame físico de Bolsonaro nesta semana mostrou “pressão arterial controlada, melhora discreta e progressiva na ausculta do pulmão esquerdo”.

Consulta com ortopedista

Nesta última semana, o ex-presidente também teve consulta com um médico ortopedista, especialista em ombro e cotovelo. O relatório do atendimento indica que Bolsonaro teve melhora do quadro da dor e incapacidade funcional do ombro direito, mas ainda tem dor, durante a noite. Também indicou que o ex-chefe do Executivo passe por cirurgia para “fixação das lesões do manguito rotador do ombro direito e lesões associadas por via artroscópica”.

Pena na Papudinha

Moraes autorizou a domiciliar humanitária até que Bolsonaro se recupere totalmente do quadro de broncopneumonia. A medida tem validade de 90 dias, contados a partir do dia 24. Ao final de tal prazo, Moraes vai decidir se Bolsonaro seguirá em casa ou voltará a cumprir pena na Papudinha. As informações são do jornal O Globo.

 

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