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Política Julgamento de ações da Lava-Jato contra o ex-ministro Antonio Palocci está empatado no Supremo

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A Segunda Turma da Corte julga um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pretende suspender uma decisão de Dias Toffoli, relator do caso.

Foto: ABr
A Segunda Turma da Corte julga um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pretende suspender uma decisão de Dias Toffoli, relator do caso. (Foto: ABr)

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (4) contra a anulação de processos abertos contra o ex-ministro Antonio Palocci na Operação Lava-Jato.

Com o voto do ministro, o placar do julgamento virtual sobre a questão está empatado em 2 votos a 2. O voto de desempate será do ministro Nunes Marques.

A Segunda Turma da Corte julga um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pretende suspender uma decisão de Dias Toffoli, relator do caso.

Em fevereiro deste ano, Toffoli atendeu ao pedido de anulação feito pelos advogados de Palocci e aplicou os precedentes da Corte que consideraram o ex-juiz Sergio Moro parcial para proferir as sentenças contra os réus das investigações. Moro era o juiz titular da 13ª Vara Federal em Curitiba.

Com a decisão, todos os procedimentos assinados por Moro contra Palocci foram anulados. Em um dos processos, ele foi condenado a 12 anos de prisão. Apesar da anulação, o acordo de delação assinado por Palocci está mantido.

Voto

No voto proferido, Mendonça disse que é preciso respeitar a legislação e os ritos de tramitação dos processos. Para o ministro, as decisões da Lava-Jato não podem ser estendidas para todos os casos.

“E desse respeito à forma e ao devido processo legal é que advém, igualmente, a noção de segurança jurídica, não sendo possível que se excepcione o dever de obediência e conformação rigorosa”, afirmou.

Até o momento, além de Mendonça, o ministro Edson Fachin também votou contra a anulação. Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli votaram pela anulação.

 

(Com informações da Agência Brasil)

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Fernando Krause
4 de abril de 2025 22:07

Bandidos e criminosos triplamente condenados por roubarem os cofres públicos são novamente “descondenados” politicamente…
Este é o Brasil de Bra$ília

Jorge Bressan
5 de abril de 2025 02:28

Vocês notaram que aqueles que não abriram o bico já foram descondenados!!

Miltch Mitch
5 de abril de 2025 02:43

Tem que prender o chefe. Aquele de 9 dedos, casado com a piriguete.

Did Dlc
5 de abril de 2025 12:00

Cadê a dupla que defende corrupto, será que vai aparecer aqui prá defender o indefensável.

Paulo Jesus Corrêa
5 de abril de 2025 13:30

Poderiam chamá-lo tantas vezes quanto a Delação do Cid!

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