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Justiça decide se garoto sequestrado pelo pai nos Estados Unidos deve voltar ao Brasil

Brasil e EUA são signatários da Convenção de Haia, que prevê que a discussão da guarda ocorra no país onde mora o adolescente, no caso o Brasil. (Credito: Reprodução)

A Justiça do Tennessee, nos Estados Unidos, decidiria nesta quinta-feira (8) o destino do menino Gustavo Gaskin, de 13 anos, que viajou durante as férias de julho para visitar o pai e não retornou ao Brasil, conforme previsto. A mãe, Cheyenne Menegassi, acusa o ex-marido de sequestro internacional do adolescente e tenta reaver a guarda do filho.

Segundo a defesa de Cheyenne, Samuel Gaskin conseguiu um documento na Justiça americana que dá a ele a guarda emergencial do garoto. A mulher aguarda a decisão judicial para poder trazer o filho de volta ao Brasil e mobiliza uma campanha nas redes sociais.

A audiência que pode interromper o processo de pedido de guarda do pai foi marcada após mais de um mês de espera em um trâmite que envolveu o Ministério de Justiça e a Autoridade Central americana. Brasil e EUA são signatários da Convenção de Haia, que prevê que a discussão da guarda ocorra no país onde mora o adolescente, no caso o Brasil. (AG)

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