Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 12 de agosto de 2025
Sóstenes Cavalcante afirmou ainda ter confiança que a inclusão ocorrerá na próxima semana.
Foto: Najara Araujo/Câmara dos DeputadosO líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), anunciou que o partido retomará a obstrução das votações. A medida ocorre após o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidir adiar a discussão sobre o fim do foro privilegiado.
Diferentemente da semana passada, contudo, desta vez o plano dos deputados de oposição não inclui invasão ao plenário, mas usar instrumentos previstos no regimento interno para atrasar a análise de propostas.
Apesar de, em tese, abrir fogo contra a mesa diretora, a medida foi interpretada como “balão de ensaio” por outros líderes. Após 14 deputados estarem tendo suas condutas analisadas durante a obstrução da semana passada, teria um certo temor com as possíveis punições.
“Nós entendemos isso (não pautar o foro privilegiado), mas não abriremos mão da nossa obstrução. Na quinta-feira, esperamos que venha a pauta e, na semana que vem, resolvemos isso”, afirmou, em referência à votação da Proposta de Emenda à Constituição que trata do fim do foro.
O deputado evitou também criticar Motta:
“Não acho que seja desrespeito. É prerrogativa dele”.
Segundo integrantes do PL, a obstrução será mantida até que a proposta volte à pauta, conforme havia sido acordado com líderes da Casa.
Cavalcante afirmou ainda ter confiança que a inclusão ocorrerá nesta quinta-feira (14), quando os líderes definem a pauta da semana seguinte.
O movimento de obstrução, contudo, não será igual o da semana passada, quando os parlamentares impediram fisicamente as votações, ocupando a Mesa da Câmara. Desta vez, eles deixarão as sessões serem iniciadas e contribuirão para não ter quórum. A pauta desta semana, contudo, está esvaziada.
Diante da crise gerada pela oposição, Motta não incluiu outros projetos de relevância, como a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Questionado sobre isso, Sostenes minimizou:
“Nem o relator do projeto está confortável para votar”, disse.
Em prisão domiciliar, Jair Bolsonaro tem dado orientações para parlamentares do seu partido, o PL, para lidar com a crise conflagrada no Congresso. A interlocutores que o visitaram em sua casa em Brasília, o ex-presidente avaliou como positiva a iniciativa de obstruir a pauta de votação na semana passada, mas admitiu problemas na execução da estratégia.
Bolsonaro pediu para que os parlamentares do PL tenham paciência com o presidente da Câmara e evitem prolongar o confronto com Motta. Argumentou que é preciso dar tempo para que os pleitos da bancada como a aprovação do projeto de anistia aos envolvidos nos atos extremistas do 8 de Janeiro, que beneficiaria o ex-presidente, e o fim do foro sejam atendidos.
Neste contexto, a postura de Sóstenes nessa terça-feira (12) se diferencia da semana passada, quando chegou a criticar Motta em público. Alinhado às orientações, Sóstenes esteve na reunião de líderes e expôs os pleitos do partido, sem se exaltar, segundo presentes.
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O Brasil é dos Brasileiros e não desse bando de vira-latas golpistas que não querem trabalhar pelo bem do país, só querem proteger o miliciano
A única pauta da podreira da extrema direita é livrar o excremento mor da cadeia. Não tem um projeto sequer para beneficiar o povo. 🤢🤮
Zé ruelas kreusa Almeida….quaquaqua
A podridão da extrema esquerda cansou de obstruir a pauta de votações pelos seus interesses, mas não tinha problema algum…
Jumenta burrica Vandeca Aloprada, hahahahahahahaha.
Vão cometendo crimes, marginais. Continuem. Depois ficam chorando pelos cantos, bando de marginais.
Uma característica da extrema direita é valentia pra provocar e covardia pra sustentar.