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“Madonna me tratou com muito carinho”, diz Ronaldinho; veja bastidores de encontro na Copa

(Foto: Reprodução/ Cazé Tv)

Mais uma vez o craque Ronaldinho Gaúcho marcou presença em um de seus rolês aleatórios, agora na final da Copa do Mundo, neste domingo (19), com uma participação no show de Madonna.

Em entrevista ao Fantástico, ele comentou sobre o privilégio de mais uma vez ser chamado para participar do evento, ainda mais por ter sido convocado pela própria cantora.

Junto com seu xará, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho esteve em uma posição privilegiada, no carro com os dançarinos e Madonna ao longo da performance no intervalo.

“Muito, muito querida. Eu tinha falado com ela no dia da gravação, falamos por telefone. Me tratou com muito carinho”, lembrou.

Ronaldinho também participou como convidado de atrações na Copa de 2018, na Rússia, tocando um atabaque.

“Para finalizar a copa com chave de ouro, foi perfeito. Dois ídolos para finalizar da melhor forma”, celebrou o craque.

Com show, intervalo da final da Copa chega a quase 28 minutos

A final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha ficou paralisada por quase 28 minutos entre o fim do primeiro tempo e o início da etapa final. O intervalo prolongado foi necessário para a realização do primeiro grande show musical no meio de uma decisão do Mundial, além da montagem e da retirada da estrutura instalada no gramado do Estádio de Nova York/Nova Jersey.

A pausa foi quase duas vezes maior do que os 15 minutos habituais. A Lei 7 da International Football Association Board (Ifab), responsável pelas regras do futebol, determina que o intervalo não deve superar esse limite. O regulamento da Copa também previa 15 minutos, embora a Fifa tenha autorizado excepcionalmente a ampliação para acomodar o espetáculo.

A apresentação propriamente dita durou cerca de 11 minutos. Madonna, Shakira, Justin Bieber, BTS e Burna Boy estiveram entre as atrações reunidas no palco, em um espetáculo com curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay. O restante do tempo foi consumido pela entrada, montagem e retirada dos equipamentos, além da preparação do campo para o reinício da partida.

Nos dias anteriores à decisão, diferentes durações haviam sido divulgadas. Fontes ligadas às transmissões chegaram a trabalhar com a possibilidade de uma pausa de 30 minutos, enquanto a Fifa indicou posteriormente que o espetáculo teria 11 minutos. A logística, porém, levou o intervalo completo a quase 28 minutos, contado do apito que encerrou a etapa inicial até a autorização para a saída de bola no segundo tempo.

A mudança foi criticada por profissionais do futebol, comentaristas e emissoras. As principais reclamações apontavam para o impacto de uma paralisação tão longa sobre o aquecimento, a concentração e a condição física dos jogadores, além do temor de que o entretenimento ganhasse prioridade sobre a decisão esportiva. Detentores de direitos de transmissão também reclamaram da demora da Fifa em definir o tamanho da pausa.

Se antes as equipes retornavam ao gramado após 15 minutos de descanso, agora lidaram, pela primeira vez, com uma pausa maior, de mais de 27 minutos. Especialistas, inclusive, alertam para físico dos jogadores com maior intervalo na final da Copa do Mundo.

— Com um maior intervalo, pode haver redução da temperatura muscular, da frequência cardíaca e da ativação neuromuscular. Isso faz com que os jogadores iniciem o segundo tempo com menor capacidade para sprints, acelerações e mudanças rápidas de direção, além de maior rigidez muscular. Essa alteração pode reduzir o desempenho físico e aumentar o risco de lesões musculares — ressalta Breno Araujo, preparador físico do America-RJ.

— A estratégia é transformar o intervalo em um período ativo, evitando que os jogadores permaneçam em repouso por muito tempo. Protocolos de mobilidade, ativação muscular, hidratação, reposição energética e manutenção da temperatura corporal serão fundamentais. Além disso, um aquecimento semelhante ao pré-jogo antes do retorno ao campo pode ajudar as equipes a recuperar o ritmo e obter uma vantagem competitiva. Com informações dos portais G1 e O Globo.

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