A maioria governista da Assembleia Nacional do Equador pediu nesta segunda-feira (5) a expulsão imediata da construtora brasileira Odebrecht, que pagou US$ 33,5 milhões de propina às autoridades locais. A solicitação ao presidente Lenín Moreno é feita dias depois que a Polícia Nacional prendeu seis pessoas que teriam operado ou recebido suborno.