Myles Bradbury, de 42 anos, foi capaz de abusar de jovens com câncer na Grã-Bretanha sem que sinais de seus crimes fossem detectados por autoridades, apontou uma investigação. Ele foi condenado a 16 anos de prisão após admitir ter molestado 18 vítimas no hospital Addenbrooke’s, em Cambridge, onde trabalhou por cinco anos.
Ele usava uma “caneta espiã” para fotografar secretamente pacientes seminus e realizava “exames íntimos e criminosos”, segundo o relatório. A equipe notou que o pediatra especializado em câncer fazia vários atendimentos fora de hora e a domicílio, mas pensou que fazia isso para ajudá-los. O hospital estipulava que estes exames deveriam ser acompanhados, mas esta regra era geralmente ignorada.
