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Colunistas Nomeações de CCs provocam rebuliço nas redes sociais e sindicatos

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O incêndio foi apagado pelo Palácio Piratini, explicando que se trata de substituições.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

A nomeação de 52 ocupantes de cargos em comissão pelo governo José Ivo Sartori, conforme publicado no Diário Oficial do Estado, nessa quarta-feira, provocou rebuliço nas redes sociais e nas salas dos sindicatos de servidores públicos do Rio Grande do Sul. O discurso era um só: “Se existe crise financeira, por que contratar mais assessores?”.

O Palácio Piratini explicou que as nomeações se devem a substituições de colaboradores: “Houve 52 nomeações, mas, na mesma edição, estão publicadas 25 exonerações”. A diferença são contratações que tiveram a formalização atrasada e acabaram sendo publicadas no mesmo dia. O governo assegura que não existe aumento de pessoal.

A mesma fonte palaciana lembra que o governo atual escolheu o caminho da redução dos cargos comissionados: “Hoje, o Estado tem 1.418 CCs contra 2.700 no governo Tarso Genro. Ao Gabinete do Governador estão vinculados 270 CCs, enquanto, no governo do PT, eram 644”.

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