Embora a perda diária de 50 a 100 fios de cabelo seja considerada um processo natural de renovação, um aumento persistente dessa quantidade durante o repouso noturno pode estar relacionado a hábitos diários.
Diversos especialistas em saúde capilar apontam que fatores como fricção, umidade e qualidade do sono influenciam diretamente a estrutura e a resistência da fibra capilar, além da genética ou da dieta.
O impacto dos materiais na quebra do cabelo
Segundo informações divulgadas pelo site OkDiario em sua seção ‘Metabolic’, o uso de fronhas de algodão é uma prática comum que, de acordo com especialistas, pode ser prejudicial. Esse tecido possui uma textura que, por sua natureza, gera atrito constante nos cabelos durante os movimentos noturnos.
Outro ponto associado ao treino de força é a redução de processos inflamatórios e a melhora do metabolismo da glicose e da circulação cerebral, fatores considerados relevantes para a saúde vascular do cérebro.
O psiquiatra Arthur Danila, coordenador do Programa de Mudança de Hábito e Estilo de Vida do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), destaca que o foco não deve estar apenas em hipertrofia, mas na funcionalidade: manter autonomia para tarefas cotidianas como levantar da cadeira, subir escadas e caminhar com segurança.
Uma pesquisa publicada em 2016 no Journal of the American Geriatrics Society acompanhou cem adultos com comprometimento cognitivo leve e avaliou um programa de treinamento resistido de alta intensidade por seis meses. Os resultados mostraram melhora de força muscular, capacidade aeróbica e desempenho cognitivo.
Esse atrito não causa a queda de cabelo desde a raiz, mas enfraquece a haste capilar, levando à quebra, pontas duplas e uma percepção de perda de densidade. Além disso, o algodão absorve a umidade natural da fibra capilar, aumentando a fragilidade em cabelos propensos ao ressecamento.
Alternativamente, recomenda-se o uso de materiais como seda ou cetim, que permitem um deslizamento mais suave e reduzem o estresse mecânico.
O impacto da postura e dos cuidados com o cabelo molhado
A posição da cabeça ao dormir também é crucial. Manter uma postura fixa durante o sono cria pressão localizada que pode levar à queda de cabelo em áreas específicas. Alternar de posição e, se possível, dormir de costas ajuda a distribuir essa pressão.
Por outro lado, ir para a cama com o cabelo molhado representa um risco adicional. Quando o cabelo absorve água, a haste capilar incha e perde resistência, tornando-se significativamente mais vulnerável à quebra por atrito.
Além disso, a umidade prolongada no couro cabeludo pode alterar o microbioma da pele e promover irritações que enfraquecem o ambiente folicular.
Fatores sistêmicos e hábitos complementares
A qualidade do sono profundo é outro pilar fundamental. A falta de sono aumenta os níveis de cortisol, o hormônio associado ao estresse, o que pode interromper o ciclo natural do folículo capilar e acelerar a fase de queda de cabelo.
Para garantir a regeneração celular adequada, os especialistas sugerem manter horários regulares e dormir entre 7 e 8 horas.
Outros hábitos que podem comprometer a saúde capilar incluem:
Usar penteados apertados, como rabos de cavalo ou coques, à noite.
Manter uma higiene precária na roupa de cama, acumulando vestígios de gordura e produtos.
Dormir em ambientes excessivamente secos.
Aplicar produtos capilares pesados pouco antes de dormir.
Se a queda de cabelo ultrapassar 100 fios por dia, ou se forem observadas áreas de afinamento ou alterações repentinas, recomenda-se consultar um dermatologista para descartar deficiências nutricionais, desequilíbrios hormonais ou patologias específicas. Com informações do portal O Globo.
