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O ministro da Fazenda assegurou que o cadastro positivo criará crédito acessível. O atual sistema não considera os pagamentos feitos em dia, registrando apenas os débitos

Segundo Meirelles, as instituições financeiras não terão livre acesso às informações, só à nota de crédito. (Foto: Divulgação)

A implementação do cadastro positivo manterá protegidos os dados dos consumidores, assegurou nesta terça-feira (24) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em seu perfil no Twitter. Segundo ele, nenhuma instituição financeira terá livre acesso às informações, apenas à nota de crédito que será concedida de acordo com seu histórico de pagamentos. “Na medida em que o novo cadastro for implantado, as taxas de juros cobradas das empresas e consumidores irão cair”, disse o ministro

Hoje, só há registro de débitos e dívidas, sem levar em conta o que as pessoas pagam em dia, destacou Meirelles.

A criação do cadastro positivo ainda precisa ser aprovada pelo Senado e depois pela Câmara dos Deputados. No dia 10 deste mês, o Senado encerrou sessão sem que houvesse quórum suficiente para apreciar a proposta, que requer 41 votos favoráveis.

Com a aprovação da medida, pessoas ou empresas que se mantiveram em dia com suas obrigações passarão a ter acesso a condições mais favoráveis de financiamento.

“A criação de um cadastro positivo vai gerar crédito mais barato, acessível e de melhor qualidade para os brasileiros”, disse o ministro.

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