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O presidenciável Jair Bolsonaro tenta diminuir a rejeição ao seu nome por 43% do eleitorado feminino

Bolsonaro foi ferido no abdômen e está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Nessa quinta-feira, durante um evento com mulheres simpatizantes de sua campanha no Rio Grande do Sul, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, tentou reduzir a sua rejeição entre o eleitorado feminino.

Conforme o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), as mulheres representam 52% do eleitorado nestas eleições. E a mais recente pesquisa do instituto Datafolha revelou que 43% das mulheres não votariam de jeito nenhum no ex-capitão do Exército.

Bolsonaro questionou o estigma de “inimigo das mulheres” que, segundo ele, tentam lhe impor. “Os rótulos a meu respeito são muitos”, mencionou. “Quando falam em mulher, não apresentam um só áudio, um só vídeo de eu falando aquilo do que me acusam. Sou casado e pai de uma garota de 7 anos que, depois de quatro filhos homens, mudou muito a minha vida.”

Polêmicas

Durante sua atuação como deputado federal, Bolsonaro protagonizou uma série de episódios considerados polêmicos em torno de questões ligadas a mulher. Ele é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por ter dito que não estupraria a colega Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece, pois é muito feia”.

Bolsonaro também já disse que, se fosse empresário, não empregaria uma mulher com o mesmo salário de um homem. O candidato afirmou ainda que “deu uma fraquejada” por ter tido uma filha mulher após quatro filhos homens.

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