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O presidente do Supremo acionou a Procuradoria-Geral da República para que avalie uma série de pedidos apresentados no âmbito da investigação relacionada ao caso do Banco Master

Edson Fachin não decidiu sobre os requerimentos. Neste momento, determinou que a PGR se manifeste sobre eles. (Foto: Pedro França/CNJ)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre pedidos pendentes relacionados às investigações dos casos Master e INSS.

Fachin deu prazo de cinco dias para que a PGR avalie as providências solicitadas, inclusive quanto à pertinência, necessidade e adequação das medidas e à eventual repercussão sobre investigações em andamento. Depois da manifestação da Procuradoria, os autos voltarão ao presidente do STF.

Entre os requerimentos pendentes estão pedidos relacionados à prisão de investigados no caso Master, além de uma manifestação do ministro André Mendonça e de uma solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Veja os pedidos sobre os quais a PGR deverá se manifestar:

Henrique Vorcaro: pediu para suspender o envio do caso Master à Presidência do STF, a fim de permitir a análise de seu pedido de soltura;
Fabiano Zettel: pediu a revisão da prisão preventiva;
Felipe Vorcaro: pediu para retirar a suspensão do caso na Presidência, permitindo que o ministro André Mendonça analise seu pedido de revogação da prisão;
Daniel Lopes Monteiro: pediu a revogação da prisão;
André Mendonça: apresentou manifestação sobre o relatório utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes em relação a ele;
OAB: pediu garantia do sigilo das comunicações relacionadas à atuação de advogados que eventualmente estejam abrangidas pelo material arrecadado no âmbito da investigação.

Edson Fachin não decidiu sobre os requerimentos. Neste momento, determinou que a PGR se manifeste sobre eles.

No despacho, Edson Fachin afirmou que a Procuradoria deverá avaliar a “pertinência, necessidade, adequação e eventual repercussão” das providências sobre investigações em andamento.

A decisão também não define o que acontecerá com as investigações depois da manifestação da PGR. Após o parecer, os processos voltarão para análise de Edson Fachin.

Por que os casos estão na Presidência do STF

As investigações do Master e do INSS foram enviadas à Presidência do STF em 12 de setembro, por determinação de Edson Fachin, e ficaram paralisadas à espera de uma nova decisão.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a PGR se manifeste em até cinco dias sobre pedidos pendentes ligados aos casos Master e INSS. O STF chegou a começar a analisar a questão envolvendo Alexandre de Moraes, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

A retomada das investigações do Master e do INSS permaneceu entre as questões pendentes de decisão de Edson Fachin. (Com informações do portal G1)

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