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O Rio Grande do Sul tem mais de 3 mil motoristas profissionais bloqueados por falta de exame toxicológico

Atualmente existem no Rio Grande do Sul 884.147 condutores habilitados com as categorias C, D e E. (Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini/Arquivo)

O impasse gerado pela exigência do exame toxicológico para motoristas profissionais já provocou o bloqueio de 3.263 CNHs no Rio Grande do Sul. Por falta de laboratórios credenciados no Estado, o Detran-RS busca na Justiça a liberação da renovação e adição de categoria sem a realização do exame.

Exigido desde 2 de março para motoristas categorias C, D e E na renovação e mudança de categoria, o exame toxicológico previsto na legislação deve ser feito por laboratórios credenciados pelo Denatran.

Somente seis laboratórios localizados no Rio e São Paulo realizam o exame, tornando o custo alto para o profissional ou empregador, além de mais moroso o processo, prejudicando o exercício da atividade. Atualmente existem no Rio Grande do Sul 884.147 condutores habilitados com as categorias C, D e E.

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