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Obama defende “combate de ideias” contra o Estado Islâmico

Presidente alertou para a cooptação de pessoas "vulneráveis" pelo grupo terrorista. (Foto: Jacquelyn Martin/AP)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu o combate de ideias como estratégia fundamental e complementar à força militar para acabar com o EI (Estado Islâmico). Em discurso no Pentágono nesta segunda-feira, Obama alertou para a cooptação de pessoas “vulneráveis” pelo grupo terrorista no mundo todo, inclusive nos EUA. O presidente defendeu que não se luta contra o extremismo “apenas com a força militar, mas também com melhores ideais”.

Obama defendeu a atuação conjunta de países, incluindo comunidades islâmicas que “merecem ter uma vida mais digna”, afirmou.

Nos últimos dias, têm vindo a público relatos de cooptação, como o de uma mulher de 23 anos que se dizia solitária e acabou se tornando “amiga” de membros do grupo terrorista pela internet.

O presidente dos EUA afirmou que o combate ao EI “não será rápido” e classificou o grupo terrorista como “oportunista e ágil”. Ele ressaltou, no entanto, que o EI é frágil porque não tem um país que o apoie e disse que ele deve ser asfixiado por meio de ataques a sua inteligência, sua propaganda e sua estrutura.

Obama disse ainda que tem sido mais difícil impedir ataques de menor escala, que estão cada vez mais “sofisticados”, e que os países ocidentais aprenderam com atentados de maior magnitude, como os do 11 de Setembro. (Thais Bilenky/Folhapress)

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