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Os Estados Unidos anunciam morte de quarto militar em operação no Irã

Imagem capturada de um vídeo divulgado pelo exército israelense mostra o que eles descrevem como ataques em larga escala contra "o quartel-general do regime terrorista iraniano" em Teerã. (Foto: Divulgação/Exército Israelense)

Morreu nesta segunda-feira (2), o quarto membros do serviço dos EUA. Ele ficou gravemente feridos durante os ataques iniciais do Irã.

O ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que matou o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, desencadeou ataques de retaliação em vários países da região e está repercutindo em todo o mundo.

A violência ligada ao conflito se expandiu para um número crescente de lugares, com um balanço de mortos em ascensão. Os ataques começaram no sábado e alimentam temores de uma guerra mais ampla e de danos à economia mundial.

Sem negociações

Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional em Teerã, disse nesta segunda que o Irã não pretende negociar com os Estados Unidos.

Em publicação na rede social X, Larijani negou que autoridades iranianas estejam dispostas a retomar conversas com o governo de Donald Trump após o início da onda de ataques americanos e israelenses contra o território do Irã. A escalada ocorreu no fim de semana, depois de uma série de negociações entre Teerã e Washington.

Múltiplas explosões foram ouvidas, nesta madrugada, em Teerã, capital do Irã, e também nas cidades de Karaj e Sanandaj, segundo a mídia estatal iraniana. O Exército israelense também afirmou que lançou, nesta segunda-feira, uma onda de ataques contra o Hezbollah “em todo o Líbano”, após disparos de foguetes reivindicados pelo grupo apoiado pelo Irã.

No domingo, Trump afirmou à revista The Atlantic que líderes iranianos teriam demonstrado interesse em retomar o diálogo e que ele concordara com a iniciativa. “Eles querem conversar e eu concordei, então vou falar com eles”, disse o presidente.

Larijani, porém, negou a informação e reforçou que o Irã não tem intenção de negociar. Nas redes sociais, o iraniano foi enfático ao afirmar “não negociaremos com os Estados Unidos”.

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