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Pais realizam sonho e adaptam skate para a filha que tem atrofia muscular poder andar

Os pais usaram um skate comum, uma órtese colada nele para que ela pudesse manter os pés fixos e uma gaiola que tem rodinhas. (Crédito: Reprodução)

Unir o skate ao processo de reabilitação da filha, segundo a artista plástica Aline Giuliani, foi como unir dois mundos diferentes. Para o skatista profissional, Ricardo Porva, foi a realização de um sonho. A filha do casal se chama Iris Oliveira, tem 11 anos e AME (atrofia muscular espinhal), descoberta ao 1 ano e 2 meses de vida.

A AME é uma doença das células que leva à fraqueza e à atrofia muscular com prejuízo de movimentos como segurar a cabeça, sentar e andar. Por isso, para que Iris ficasse de pé no skate foi preciso adaptá-lo.

Os pais usaram um skate comum, uma órtese colada nele para que ela pudesse manter os pés fixos e uma gaiola que tem rodinhas e permite que Iris fique suspensa por meio de colete de segurança e cabos. Essa técnica é conhecida por PediaSuit e de uso comum em processos de reabilitação.

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