Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito apresentaram uma nova lista com entidades e pessoas supostamente apoiadas pelo Qatar a promover “atividades terroristas”. A publicação foi uma resposta ao discurso do emir do Qatar, que expressou a disposição do país de defender os princípios de não interferência e da não imposição de ditados para resolver a crise.