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Para fugir de exame toxicológico, como agora exige a lei, motoristas que têm CNH C, D e E solicitam a categoria B

Conhecido como “teste do cabelo”, o exame é capaz de identificar, a partir de amostras de cabelo ou unha, o uso de diversos tipos de drogas até 90 dias antes.

Motoristas com CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias C, D e E iniciaram há um mês uma verdadeira corrida aos postos dos Departamentos Estaduais de Trânsito para mudar para a categoria B. Tudo para fugir do exame toxicológico que se tornou obrigatório a partir do dia 2 de março, pelo Conselho Nacional de Trânsito, para motoristas profissionais de todo o País na hora de adquirir ou renovar a CNH.

As carteiras C, D e E são necessárias para quem dirige ônibus, caminhões, máquinas e carretas. Com o rebaixamento para a categoria B, que habilita a condução apenas de carros, conforme a lei, o motorista não precisa passar pelo exame.

“Teste do cabelo”

Conhecido como “teste do cabelo”, o exame é capaz de identificar, a partir de amostras de cabelo ou unha, o uso de diversos tipos de drogas até 90 dias antes. A reprovação no teste tem como consequência a suspensão do direito de dirigir por três meses. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito, pesquisas indicam que pelo menos 30% dos condutores que exercem a profissão e que precisam das carteiras C, D e E, consomem algum tipo de droga para trabalhar. (AD)

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