Criminosos ligados à facção criminosa PCC criaram um setor destinado só para buscar formas de bular a fiscalização em presídios, especialmente no Estado de São Paulo, e entregar celulares a criminosos confinados. Entre as estratégias usadas pela facção está o recrutamento de mulheres com algum tipo de prótese ou órtese e até gestantes que seriam isentas de revistas.