Ícone do site Jornal O Sul

Polícia Federal tenta obter informações de celular que Anderson Torres não trouxe ao Brasil

Ex-ministro teve adiado o depoimento que faria à Polícia Federal, na segunda-feira (24), em função do seu "estado de saúde delicado". (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A Polícia Federal (PF) já não conta com o aparecimento do aparelho telefônico de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. Os investigadores começaram a trabalhar na recuperação de informações pela nuvem de dados, com ajuda de equipamentos de inteligência.

Torres, que voltou ao Brasil no sábado (14) sem o aparelho, chegou a postar em rede social que seu celular havia sido clonado no período em que estava na Flórida, nos Estados Unidos. A postagem foi vista pelos investigadores como um indicativo de que ele temia o conteúdo que seria encontrado no seu telefone.

Os investigadores querem recuperar ligações, trocas de mensagens e até mesmo documentos que possam ter sido armazenados no celular.

Atualmente, ter o aparelho celular não é essencial para que se obtenha dados nele contidos, em especial por conta da tecnologia de equipamentos de inteligência atualmente disponíveis na PF.

Sair da versão mobile