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Planalto monitora manifestações, mas avalia que Dilma está preservada

Protestos contra o aumento das passagens reuniram centenas de pessoas em São Paulo.

O Palácio do Planalto monitora os protestos contra o aumento das tarifas de ônibus em vários Estados, mas acredita que as manifestações, por enquanto, são isoladas e não atingem a presidenta Dilma Rousseff. A avaliação do governo é que, por ora, não há sinais de que cresçam ao ponto de repetir o movimento de 2013, em que mais de 1 milhão de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a qualidade dos serviços públicos.
O receio do governo é que, com a maior adesão, os protestos turbinados reaqueçam os movimentos pró-impeachment de Dilma. Já há uma manifestação contra a corrupção e pelo afastamento da presidenta convocada nas redes sociais para o dia 13 de março.
Em 2013, o mote inicial dos protestos foi o reajuste de 20 centavos nas passagens de ônibus em São Paulo. As críticas contra o aumento das tarifas levaram multidões para protestar contra os serviços públicos de saúde, educação e transportes, com lemas como “Não vai ter Copa”, em relação aos gastos bilionários com a construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014. Na última semana, protestos  em São Paulo e no Rio de Janeiro reuniram centenas de pessoas. Houve atos também, liderados pelo Movimento Passe Livre, em capitais, como Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC).

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