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Polícia Federal apura contratos de R$ 3,2 bi para a saúde nos Estados

Polícia Federal já cumpriu mais de 100 operações para apurar desvios nos recursos do Governo Federal enviados a Estados e municípios. (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal, em balanço oficial, contabiliza 102 operações de repressão a desvios de verbas públicas federais destinadas ao combate à pandemia de COVID-19. São recursos enviados pelo Governo Federal a estados e municípios para o combate à pandemia. O valor total de contratos investigados atinge cerca de R$ 3,2 bilhões.

Desde abril de 2020, a PF cumpriu 175 mandados de prisão e 1.536 de busca e apreensão em 26 estados. Os valores apreendidos beiram os R$ 190 milhões. Sobre os valores de contratos investigados, o Pará lidera com R$ 1,4 bi, seguido pelo Rio de Janeiro com R$ 850 milhões e Pernambuco com R$ 198 milhões. O Amapá é o Estado com o maior número de operações, 11 no total, seguido por Maranhão (10), Pernambuco (8), Sergipe (8), Rio de Janeiro (7), São Paulo (6), Piauí (6), Pará (6), Amazonas (4) e Rondônia (4)

Cenários para Onyx Lorenzoni em 2022

No terreno das probabilidades, existem vários cenários para o deputado federal e ministro da Secretaria Geral da presidência, Onyx Lorenzoni, em 2022:

– Ele poderá ser candidato a governador do Rio Grande do Sul.
– Candidato ao Senado.
– Ou ministro do Tribunal de Contas da União.

Cenários para o senador Luis Carlos Heinze em 2022

O senador Luis Carlos Heinze poderá ter diante de si dois cenários em 2022:

– Ele poderá ser candidato a governador do Rio Grande do Sul.
– Ou ministro da Agricultura e Abastecimento, substituindo a ministra Tereza Cristina que deixará o cargo para disputar o Senado ou o governo do Mato Grosso do Sul.

Cenários da ex-Senadora Ana Amélia

A ex-senadora gaúcha Ana Amélia deverá disputar uma cadeira ao Senado em 2022.

Disputam o seu ingresso o PSD, PSL e Republicanos.

A sombra de Marchezan

A presença do ex-prefeito Marchezan Júnior ainda é muito forte em vários órgãos da prefeitura de Porto Alegre, onde sobrevivem muitos dos seus antigos colaboradores.

Atribui-se o fato, à provável dificuldade da dupla Sebastião Melo/Ricardo Gomes, em identificar entre seus apoiadores, quadros qualificados para a ocupação destes espaços.

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