Diversos colégios eleitorais do Rio Grande do Sul e do Brasil foram palco de filas gigantescas e demora para votar. Nesta eleição, cada pessoa precisa registrar seis votos para cinco cargos, já que serão escolhidos dois senadores por estado.
A sequência na urna começa por deputado federal e deputado estadual, segue com os dois votos para o Senado e termina com governador e presidente da República. Uma seção eleitoral de Porto Alegre registrou fila que chegou a cerca de duas horas de espera na tarde deste domingo.
Ao todo, são 19 algarismos a digitar, além da conferência dos dados de cada candidato e da confirmação de cada voto. A quantidade de escolhas pode aumentar o tempo que o eleitor passa na cabine e contribuir para a formação de filas. Como o celular não pode ser usado nesse espaço, levar uma cola em papel com os números dos candidatos na ordem de votação ajuda a evitar esquecimentos e agilizar o processo.
Mais de 8 milhões e meio de gaúchos podem ir às urnas neste domingo. O Rio Grande do Sul é o sexto maior colégio eleitoral do Brasil. Porto Alegre concentra mais de 1 milhão de eleitores. Já os cinco maiores municípios (Caxias do Sul, Canoas, Pelotas, Santa Maria, além da capital) reúnem quase um quarto do eleitorado gaúcho.
