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Preço dos alimentos dispara pelo País e pesa no bolso do consumidor

A cooperativa também oferece um encontro mensal gratuito e aberto ao público. (Foto; reprodução)

O preço dos alimentos subiu muito no Brasil inteiro. O efeito dominó começa na produção e, de pouquinho em pouquinho, acaba chegando ao consumidor e pesando no bolso.
Entre as explicações para essa variação está o tempo: uma hora é a chuva demais, em outras regiões é a seca.

E como é de se esperar, um aumento puxa o outro. O produtor aumenta o preço, o distribuidor eleva mais um pouquinho, o sacolão, o verdureiro, por muitos motivos: aumento de transporte, energia, frete e embalagem. Tudo isso para na carteira do consumidor.

Substituições

Entretanto, como o clima realmente afetou a produção de hortaliças, legumes e verduras, o ideal é fazer substituições dos produtos mais caros e buscar vegetais da safra.

“Abobrinha estava 10 reais, 15 reais, a caixa, há 15 dias. Atualmente, seu preço está em 100 reais – e não tem. O jiló, tão simples, está a mesma coisa: está 70 reais a caixa. O maxixe, idem: 80 reais. A batata chegou a 200 reais o saco”, contou o atacadista Emanuel Ivan.

Um levantamento realizado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) revelou que este cenário provavelmente se manterá até o fim das águas de março, quando a frequência de chuvas deverá diminuir. (AG)

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