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Presidente chinês e secretário de Estado americano se reúnem em Pequim

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, cumprimenta o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim (Foto: AP)

Estados Unidos e China estão dispostos a estabelecer uma relação de cooperação favorável para ambas nações e atualmente estão caminhando nessa direção, asseguraram neste domingo (19) o presidente chinês, Xi Jinping, e o secretário de Estado americano, Rex Tillerson.

Tillerson transmitiu a Xi o “alto valor” que o presidente Donald Trump dá à boa relação que está havendo entre ambos países, algo que servirá para “melhorar” as relações futuras, afirmou o secretário de Estado americano durante reunião com o líder chinês.

“Sabemos que através de um maior diálogo alcançaremos um maior entendimento que conduzirá a um fortalecimento dos laços entre China e Estados Unidos e dará o tom para nossa futura relação de cooperação”, declarou Tillerson.

Por sua parte, o presidente Xi se mostrou satisfeito pelo resultado da visita do secretário de Estado e assegurou que a China está preparada para realizar uma nova fase de relações construtivas com os EUA.

“O senhor disse que as relações entre China e Estados Unidos só podem ser amistosas e quero expressar-lhe meu agradecimento por isto”, afirmou Xi a Tillerson, a quem louvou seus esforços para realizar “uma transição suave” nas relações após a saída do ex-presidente Barack Obama.

O líder chinês confirmou ter se comunicado várias vezes com Trump e garantiu que ambos estão “lutando” para que haja uma cooperação entre as duas nações rumo a “uma nova era de desenvolvimento construtivo”.

Após passar por Japão e Coreia do Sul em sua primeira viagem ao exterior como secretário de Estado, Tillerson chegou ontem à China e teve reuniões em Pequim com o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e o conselheiro de Estado, Yang Jiechi, arquiteto da política externa chinesa.

Tillerson disse ter tratado, entre outros assuntos, da “urgência” de colaborar para conter o programa nuclear da Coreia do Norte. Segundo o secretário de Estado, ambos os países se comprometeram a fazer “todo o possível” para evitar que exploda um conflito militar na península coreana. (AG) 

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