Em uma decisão que gerou controvérsia nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral da Bolívia autorizou o presidente Evo Morales a se candidatar ao quarto mandato consecutivo. A oposição acusa a Justiça do país andino de ignorar o referendo de fevereiro de 2016, que rejeitou essa possibilidade. Um ano depois, porém, Evo obteve a liberação, confirmada agora. Caso se eleja, ele ficará no cargo até 2025.