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Presidente eleito da Coreia do Sul defende reaproximação com a Coreia do Norte

Moon Jae-in celebra vitória na eleição para presidente da Coreia do Sul. (Foto: Reuters)

O liberal Moon Jae-in, ex-advogado especializado na defesa de direitos civis, tornou-se, nesta terça-feira (9), o 12º presidente da Coreia do Sul como símbolo do desejo de mudança após o escândalo do caso “Rasputina”, que motivou o impeachment da conservadora Park Geun-hye.

Candidato do Partido Democrata, de centro-esquerda, Moon recebeu 11,7 milhões de votos, ou 40,3% dos votos contados até às 2h47min locais (14h47min, pelo horário de Brasília-DF), segundo a comissão eleitoral do país, citada pela agência local de notícias Yonhap.

Ele ficou à frente do conservador Hong Joon-pyo, que estava com 7,3 milhões de votos, ou 25,04% dos votos apurados até então. De acordo com a Yonhap, faltavam 4 milhões de votos para serem apurados.

Hong se limitou a dizer que “aceitava o resultado das eleições”, da mesma forma que o centrista Ahn Cheol-soo, que foi terceiro colocado, durante seus respectivos atos na jornada eleitoral, acompanhados pela agência local de notícias Yonhap.

Veterano da luta pelos Direitos Humanos e membro do Partido Democrático (centro-esquerda), Moon é favorável a uma aproximação com a Coreia do Norte e já vinha aparecendo como grande favorito das eleições.

Moon Jae-In tomará posse como presidente da Coreia da Sul nesta quarta-feira (10).

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