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Preso na Operação Lava-Jato, Silvio Pereira recebeu recursos de fornecedoras da Petrobras em 2008

Braço-direito do ex-ministro José Dirceu, Silvinho se desfiliou do PT em 2005. (Foto: Paulo Lisboa/Folhapress)

A 27ª fase da Operação Lava-Jato determinou a prisão temporária do ex-secretário nacional do PT Silvio Pereira, conhecido como Silvinho, e do empresário e dono do Diário do Grande ABC Ronan Maria Pinto. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e Breno Altman, jornalista e diretor do site Opera Mundi foram levados para depor na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo.

A movimentação financeira de Silvio Pereira foi investigada. A Lava-Jato detectou que uma de suas empresas recebeu 1,1 milhão de reais dos cofres do PT durante as eleições de 2008, três anos depois da revelação do esquema do mensalão.

Braço-direito do ex-ministro José Dirceu, Silvinho se desfiliou do PT em 2005, depois de ter seu nome envolvido no escândalo do mensalão. Na época, ele foi acusado de receber uma Land Rover “de presente” da empresa GDK, fornecedora da Petrobras. Em 2012, Silvinho teve sua punição extinta pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

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