O príncipe Albert 2° de Mônaco foi homenageado com um jantar oferecido pelo advogado Arnold Wald Filho, em São Paulo, na última sexta-feira (7). O piloto monegasco de Fórmula 1 Charles Leclerc, da equipe Ferrari, fez um discurso durante o evento.
Entre os presentes estavam o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas e sua esposa, Camila Camargo, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado, Gilberto Kassab (PSD).
Também participaram os casais formados pela empresária Mara Carvalho e o presidente do São Paulo Futebol Clube, Julio Casares, e pelo diretor de televisão José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, e sua esposa, a apresentadora Ana Furtado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o chairman do BTG Pactual, André Esteves, também prestigiaram a noite.
Ações efetivas
Defensor da preservação do meio ambiente e em especial dos oceanos, o príncipe Albert II de Mônaco acredita que a COP30, em Belém do Pará, precisa ser marcada pelo início de ações efetivas pela sustentabilidade do planeta. “Espero que esta COP seja um ponto de virada no qual as pessoas realmente se comprometam e comecem a pôr palavras em prática”, disse o monarca em entrevista exclusiva à CNN em São Paulo, um dia após participar da cúpula dos líderes na capital paraense.
“É maravilhoso reunir e trocar experiências, mas se (a conferência do clima) não resultar em progresso, então a própria razão para realização das futuras COPs passará a ser questionada”, afirmou Albert II. “As soluções para reduzir as emissões de gases de efeito estufa existem. Temos que nos esforçar para que sejam implementadas em larga escala.”
O príncipe de Mônaco está no Brasil para uma série de agendas relacionadas à sustentabilidade. Além da cúpula em Belém, Albert II foi a São Paulo para a inauguração oficial da filial latino-americana da organização que leva o nome do monarca e apoia mais de 800 projetos de preservação ambiental em todo o mundo.
Criada em 2006, a Fundação Príncipe Albert II de Mônaco já financiou 24 iniciativas na América Latina, incluindo ações de monitoramento de espécies marinhas ameaçadas de extinção na Argentina e de apoio educacional aos kayapós no Brasil, de modo a transmitir aos jovens indígenas tanto a sabedoria tradicional dos povos originários quanto habilidades tecnológicas contemporâneas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo e da CNN.
