Após realizar vistoria em 24 estabelecimentos prisionais femininos, nos quais vivem 179 gestantes e 167 lactantes, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) constatou condições precárias na maior parte das unidades. Dentre os problemas mais graves estão a falta de higiene em banheiros e cozinhas e a ausência de registro oficial de nascimento de pelo menos 21 crianças.