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Procurador-geral da República diz que os desvios da Petrobras garantiram a permanência do Partido Progressista na base de apoio ao governo

A cooperação bilateral foi proposta em março de 2016 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao MP suíço (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

A PGR (Procuradoria-Geral da República) atribuiu 668 atos de corrupção e 1.091 atos de lavagem de dinheiro a sete parlamentares e ex-parlamentares do PP (Partido Progressista) denunciados ao Supremo Tribunal Federal, pela Operação Lava-Jato. Conforme o procurador-geral Rodrigo Janot, os desvios da Petrobras garantiram a permanência do PP na base de apoio ao PT.

Os acusados são Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, João Pizzolatti Júnior, secretário de Relações Institucionais de Roraima, e os deputados federais Mário Negromonte Júnior (BA), Luiz Fernando Faria (MG), Roberto Britto (BA), Arthur Lira (AL) e José Otávio Germano (RS). (AG)

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