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Procuradoria- Geral da República vai opinar sobre pedido de impeachment de Sidônio, marqueteiro de Lula

Oposicionistas apresentaram, ao todo, 16 pedidos de impeachment contra ministros do governo federal. Todos foram baseados na falta de resposta a pedidos de informação. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A PGR terá que se posicionar sobre um pedido de impeachment contra o ministro chefe da Secom, Sidônio Palmeira, apresentado ao STF por parlamentares da oposição.

O relator do processo, Flávio Dino, afirmou que não cabe ao STF analisar uma comunicação de crime e solicitou o parecer da procuradoria-geral.

Oposicionistas apresentaram, ao todo, 16 pedidos de impeachment contra ministros do governo federal. Todos foram baseados na falta de resposta a pedidos de informação.

As ações foram distribuídas entre diferentes ministros do STF. Três delas já foram negadas sem mesmo a posição da PGR.

Na semana passada, Alexandre de Moraes rejeitou um pedido contra Mauro Vieira (Relações Exteriores), enquanto Cristiano Zanin arquivou representações contra Alexandre Padilha (Saúde) e Vinícius Carvalho (CGU).

PGR pede condenação de deputados do PL por desvios de emendas parlamentares

A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a condenação de dois deputados federais e um ex-deputado do PL por desvios de emendas parlamentares.

Ministério Público Federal foi o primeiro a se manifestar no julgamento de hoje realizado na Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal). Representando o órgão falou o subprocurador-geral da República, Paulo Vasconcelos Jacobina, que defendeu todas as acusações de corrupção e organização criminosa envolvendo os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Gildenemir de Lima Souza, conhecido como Pastor Gil (PL-MA), e o ex-deputado João Bosco da Costa, também do PL. Para a PGR, ficou provado que o esquema era liderado por Josimar Maranhãozinho.

Após a PGR, falam as defesas. Turma deve ouvir todas as defesas ainda hoje e retomar o julgamento na terça-feira que vem para a apresentação dos votos dos ministros. Previsão inicial era julgamento ser retomado amanhã, mas, como o voto do ministro Cristiano Zanin deve ser extenso, o presidente da Turma, Flávio Dino, decidiu mudar as datas das sessões.

PGR apontou que esquema desviou recursos destinados à área da saúde justamente para um dos estados mais pobres do país. Jacobina citou um trecho do livro “Macunaíma”, de Mário de Andrade, para argumentar sobre a gravidade dos desvios revelados pela investigação.

PGR também pediu a condenação de outros réus que não possuem foro privilegiado. Também respondem à ação penal Thalles Andrade Costa, filho do deputado Bosco Costa e acusado de integrar organização criminosa, o assessor parlamentar João Batista Magalhães, e os acusados de atuarem como “cobradores” dos parlamentares: Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha. Ao todo foram denunciadas oito pessoas. Com informações da Revista Veja e do Portal Uol.

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