A produção da indústria recuou em dez dos 14 locais pesquisados em agosto, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (07) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A maior queda foi registrada no Pará – de 4% frente ao mês anterior. Houve baixas acentuadas também em Goiás, de 3,2%; e no Rio Grande do Sul, de 2,8%.
Os demais recuos foram verificados no Amazonas (-2,2%), em Pernambuco (-2,2%), Espírito Santo (-1,9%), São Paulo (-1,7%), Paraná (-1,3%) Bahia (-1%) e Região Nordeste (-0,6%). Já a alta mais elevada foi registrada no Ceará, de 3,5%, recuperando parte do recuo de 4,5% observado no mês anterior. Houve crescimento também em Santa Catarina (1,1%), Minas Gerais (0,9%) e Rio de Janeiro (0,2%). No conjunto dos locais pesquisados, a indústria teve queda de 1,2%, a maior desde 2011.
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 9% em agosto de 2015, com 12 dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-13,8%), São Paulo (-12,9%), Rio Grande do Sul (-12,6%), Paraná (-11,4%) e Ceará (-10,8%).
No Rio Grande do Sul, os principais setores responsáveis pela queda foram veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis, reboques e semirreboques, autopeças e carrocerias para ônibus), máquinas e equipamentos (tratores agrícolas, semeadores, plantadeiras ou adubadores, máquinas para colheita, guindastes, pontes e vigas rolantes e silos metálicos para cereais) e produtos do fumo (fumo processado e cigarros).
