Uma nova perícia, realizada por um grupo de 24 técnicos da Gendarmeria argentina, chegou à conclusão de que o promotor Alberto Nisman, morto em 18 de janeiro de 2015, teria sido assassinado por duas pessoas. Nisman se preparava para, no dia seguinte à sua morte, apresentar um relatório que acusava a então presidente Cristina Kirchner de encobrir as investigações do atentado à Amia.