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Rainha Elizabeth aciona advogados experts em difamação para entrar com ação contra Meghan e Harry

A rainha foi recomendada a descansar em 20 de outubro, um dia após uma recepção no Castelo de Windsor. (Foto: Reprodução)

A rainha Elizabeth II pode estar dando um passo decisivo rumo a uma reviravolta sobre as alegações de racismo na família real, sustentados pelo príncipe Harry e Meghan Markle na entrevista à apresentadora americana Oprah Winfrey. De acordo com fontes do jornal Daily Mail, a monarca acionou advogados especializados em difamação para entrar com uma ação contra os Sussex.

Dias após o casal alegar para a apresentadora americana que um membro da família real levantou preocupações sobre a cor da pele de seu filho Archie antes de seu nascimento, o Palácio de Buckingham divulgou um comunicado dizendo que “as lembranças podem variar”, em resposta às acusações.

Mas a briga reacendeu esta semana depois que foi revelada, em um capítulo de uma nova biografia da realeza britânica, a acusação de uma fonte sobre a família real “não admitir” sua culpa por passar por essas denúncias.

Fontes próximas da Rainha Elizabeth disseram ao jornal The Sun que o sentimento “vindo de cima” é o que “basta”, acrescentando: “Há um limite do quanto isso será aceito. A rainha e a família real só podem ser pressionadas até certo ponto”.

Caso de assédio sexual na guarda real

Em outro caso, um oficial que faz parte da guarda real da rainha Elizabeth foi preso após ser acusado de assédio sexual por dois recrutas.

Segundo informações publicados pelo jornal “The Mirror”, os jovens oficiais da Coldstream Guards, uma tropa de infantaria do exército britânico destinada à Coroa, foram assediados com o uso de brinquedos eróticos.

Os militares tinham apenas dois dias de trabalho e o caso teria acontecido durante um “ritual de iniciação” da tropa. E o crime teria acontecido no quartel Victoria Barracks, que fica a cerca de 300 metros do castelo de Windsor, sede da monarquia britânica.

O crime não foi datado, mas foi descoberto após o jornal divulgar um estudo que afirma que 17 mil membros das Forças Armadas já sofreram algum tipo de abuso físico, sexual ou racial, praticados por veteranos. O número representa 12% de toda a tropa e cerca de 90% não denunciam por medo de retaliação. As informações são do jornal O Globo e do site Yahoo Notícias.

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