Novidade na escalação da seleção brasileira na vitória sobre a Escócia por 3 a 0, na última quarta-feira, o atacante Rayan projetou o confronto contra o Japão, na próxima segunda-feira, já pelo mata-mata da Copa do Mundo. O jovem prevê um duelo difícil e ressalta a importância de não cometer erros.
“Sabemos que, na fase de grupos, qualquer erro pode consertar, mas agora é matar ou morrer. O Japão é uma equipe qualificada, mas temos um grupo incrível. Vini já foi melhor do mundo e nos ajuda bastante. Sabemos que vai ser um jogo difícil, mas vamos trabalhar para fazer nosso melhor e sair com a vitória”, alerta Rayan.
Rayan, de 19 anos, se tornou o sexto jogador mais jovem a defender a seleção brasileira em Copas do Mundo. O atacante foi escolhido para substituir Raphinha, que sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, pela segunda rodada. Com a vaga entre os titulares, ele virou uma das apostas da equipe para dar mais velocidade ao ataque neste início de mata-mata. O jogador celebrou a oportunidade e afirmou que está realizando um sonho de infância.
“Estou vivendo um sonho de estar aqui na Copa do Mundo com 19 anos de idade. Entrei em campo olhando para o estádio e relembrando os momentos que já passei até estar jogando uma Copa pela primeira vez como titular. Sabemos do sofrimento que passamos. É sentimento de muito orgulho estar aqui”, acrescentou.
O atacante também comentou a importância de Fernando Diniz em sua carreira. Técnico do jovem em sua passagem pelo Vasco, o treinador foi responsável pela ‘explosão’ do jogador no futebol e teve papel importante em sua evolução tática.
“Diniz sempre vai ser um pai, um cara que me ajudou bastante. Sobre a minha parte defensiva, foi um cara que me ajudou bastante também nessa parte. Se deixar, me liga quase todo dia (risos). Vou levar sempre no coração, é um cara que sempre me ajudou”, completou.
‘É matar ou morrer’, resumiu o atacante sobre a próxima fase da Copa do Mundo, diante do Japão, depois de o Brasil avançar na liderança do Grupo C. Com informações do jornal O Dia.
