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Resgate sugere possível retaliação ao Brasil de Lula

A provável autorização da Operação Alba pelo presidente Donald Trump e sua coordenação pelo secretário de Estado Marco Rubio, de resgate do senador Flávio Bolsonaro, levam fontes diplomáticas aguardarem medidas de retaliação contra o regime chefiado por Lula (PT), incluindo ministros do STF como Alexandre de Moraes e Flávio Dino e a bancada lulista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A iniciativa contra Flávio ocorreu 7 minutos após o término apuração dos votos, segundo O Globo.

Desconfiança

A senha da iniciativa americana foi do próprio Trump, ao manifestar sua desconfiança de fraude na contagem de votos.

Punição no horizonte

Moraes já foi alvo da Lei Global Magnitsky, que pode voltar a ser aplicada outra vez contra ele e autoridades envolvidas na alegada perseguição.

Rubio articulou

Simón Levy, próximo de Donald Trump, foi quem citou a denominação da operação que ajudou Flávio e família a chegarem aos EUA.

Líder no exílio

Flávio chegou em segurança aos EUA, segundo influenciadores americanos, e vai liderar a oposição a Lula a partir do exílio americano.

Regime militar impôs prisão e exílio a opositores

Se hoje são políticos como o senador Flávio Bolsonaro, jornalistas, pessoas comuns e até uma juíza, identificados com a Direita, que buscam asilo e proteção dos Estados Unidos, os perseguidos políticos na ditadura militar também eram opositores, mas de esquerda, que o regime buscava neutralizar com acusações improváveis de “subversão”, alguns até mesmo de “terrorismo” contra figuras como os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes ou o ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Objetivo claro

O regime tinha a própria versão da tal “tentativa violenta de abolição ao estado de direito”. Era como conseguia neutralizar opositores incômodos.

Lembra algo?

Brizola, Arraes e JK foram perseguidos, presos e exilados sob a pecha de “subversão” e de “tentativa de quebra da ordem constitucional”.

Banimento

Na ditadura, também era comum banir opositores da atividade política, acusando-os de “crime contra segurança nacional” e até “corrupção”.

Modelito ditadura

Lula criticou ontem a saída de Flávio do País com a frase surrada “quem não deve, não teme”. Era exatamente o que alegava o regime militar quando os opositores que perseguia conseguiam chegar ao exílio.

Ódio no coração

Informação que circulou e círculos restritos de Brasília, ontem, atribuiu ao próprio Lula (PT) a ordem, ainda durantes os “vivas” pela vitória, domingo (25), para “prender de qualquer jeito” o rival. Sete minutos após a vitória ser confirmada, o processo foi iniciado, como revelou O Globo de ontem.

Estava tudo armado

Para a oposição, agora faz sentido a ameaça de Lula, no debate, dizendo pata Flávio se cuidar após o término do mandato, porque “perderia a imunidade”. Até petistas confirmam isso, mas com regozijo.

Maus ganhadores

O deputado Jilmar Tatto (PT-SP) foi à Tribuna da Câmara defender que Jair Bolsonaro seja remetido à prisão e deixe a “vida boa” da domiciliar. Também garantiu que a Polícia Federal “vai prender muito bolsonarista”.

Tudo previsto

A reunião de parlamentares na sede do Partido Liberal, ontem (27), nada teve a ver com a viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA. O encontro já estava previsto e teve pauta ordinária do PL. Mas o assunto dominou.

Coletiva prevista

Flávio Bolsonaro deve falar à imprensa nesta quarta-feira (28). Detalhes sobre local e a exatidão da pauta serão acertados poucas horas antes do evento. A ideia é evitar vazamentos e especulações.

Só imaginação?

A lista de figuras associadas ao lado conservador da política que deixaram o Brasil nos últimos anos não para de crescer. Caso de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no TSE, e dos jornalistas Oswaldo Eustáquio e Allan do Santos.

Novos ares

Lincoln Gakiya, admirado promotor linha dura contra facções criminosas, flexibilizou o discurso e, agora, já admite a possibilidade de assumir um eventual Ministério da Segurança Pública. Ainda não houve convite.

Pensando bem…

…pior que o mau perdedor, só o mau ganhador.

PODER SEM PUDOR

Culpa é de JK

A vidente mineira Leila Alckmin ficou famosa, em 1989, quando previu a vitória do candidato do PL à Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. Detalhe: quem teria relatado a ela como seria o desfecho da eleição foi o espírito do falecido presidente Juscelino Kubistchek. Afif não venceu, sequer foi para o segundo turno, mas a vidente carregava na ponta da língua a explicação para o seu fiasco: “Eu nunca disse que Afif seria o presidente. Quem garantiu isso foi JK”. Ah, bom.

(Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos – Instagram: @diariodopoder)

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