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Supremo dá mais um fôlego de 60 dias aos Estados

Supremo (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)

O Rio Grande do Sul e outros Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina ganharam um fôlego de mais 60 dias, a partir da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que suspendeu ontem o julgamento sobre a controvérsia da forma de cálculo da dívida com a União.

O prazo de 60 dias mantém as liminares que desobrigam os Estados ao pagamento de parcelas nos valores exigidos pela União, e proíbem qualquer penalização. Nestes 60 dias, Estados e União buscarão um acordo que, pela diferença dos números, será bem difícil. Se não ocorrer o acordo, o STF retomará o julgamento do processo. Esta é uma das chamadas “pautas-bomba” para o governo federal pelo risco de trazer um prejuízo bilionário ao Tesouro Nacional.

O Maio Roxo

O mês de maio é conhecido agora como Maio Roxo, em função da doença de Crohn, demarcada pelo World IBD Day (Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal) em 19 daquele mês. Conhecido como o Maio Roxo, a data une diversas associações para abordar assuntos importantes da área da saúde intestinal. As atividades e ações tem como objetivo conscientizar sobre as doenças e trazer melhorias na qualidade de vida dos pacientes.

Pelo menos duas entidades têm assumido no País o protagonismo da difusão destas mensagens: a ABCD (Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn) e a AMDII (Associação Mineira dos Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais).

Fontana denuncia acordo entre Temer e Cunha

O deputado federal gaúcho Henrique Fontana (PT), que está na linha de frente da defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff, fez ontem um duro ataque ao afirmar: “Jamais ouvi uma única frase de Michel Temer condenando Eduardo Cunha. Temer é sócio de poder e do projeto de corrupção de Cunha”. Fontana denuncia que Cunha se mantém na presidência “por um acordo de poder com os golpistas para livrá-lo da cassação enquanto Temer quer chegar à presidência sem votos, oferecendo ministérios aos parlamentares que votaram a favor do golpe”.

Da Cidade Viva à Resiliência, segundo Bernardino Vendrúscolo

O vereador Bernardino Vendruscolo (PROS) criticou ontem, na Câmara da Capital, a demora nas obras públicas da cidade e questionou “se alguém conhece alguma obra que tenha sido concluída dentro do prazo normal em Porto Alegre”. Irônico,Vendruscolo lembrou que “até uns anos atrás, a Capital vivia na cidade viva, depois passou para a transversalidade, que ia ser um avanço nas relações de comunicação interna do governo; depois foi para os grupos de trabalho, que reúnem, reúnem e não decidem nada; e agora vem a tal de resiliência”. “Resiliente é o cidadão que resiste aos políticos que prometem e não cumprem”, disse.

Pujol vê reflexo da crise nacional

Atento, o vice-líder do governo Reginaldo Pujol (DEM) rebate afirmando que “a desorganização da economia brasileira gerou os problemas que estão acontecendo nas obras inacabadas de Porto Alegre”. “Será que alguém esqueceu das grandes obras prometidas pelos governos do PT?”, questionou o vereador, que também falou sobre o pré-sal. “Falar em obras inacabadas nesse Brasil em um discurso de oposição ao governo do município a gente tem dificuldade de aceitar. Todo mundo fica dependente de Brasília. Se o País quebrou, lamentavelmente Porto Alegre também foi chamuscada”, justificou Pujol.

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